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Quarta-feira, 16 de Janeiro de 2008

Tradições da nossa vila...

  Porque queremos divulgar a nossa vila aqui ficam alguns jogos tradicionais que já as nossas avós praticavam!! Se os quiserem experimentar…

 

     Ù Brinquedos / jogos

 

          Ù Bonecas de papoila

  Material: papoilas e linha

 

  Dobram-se as pétalas das papoilas com muito cuidado deixando a descoberto o estigma. Atam-se as pétalas com uma linha de modo a acentuar a cintura do vestido. Espetam-se dois pedacinhos do pé da papoila na parte superior para fazer os braços. Como já existe um pé que sustenta a flor, junta-se-lhe um outro, do mesmo tamanho, para fazer a outra perna da boneca.

 

          Ù Rodízio

  Material: papel de várias cores, cana, arame e bunho

 

  Primeiro corta-se o papel em forma de quadrado, no mínimo dez centímetros de lado. Depois cortam-se as diagonais sem chegar ao centro, para manter o quadrado inteiro.

  Corta-se um bocadinho de bunho, enfia-se num bocado de arame e logo a seguir o quadrado de papel colocado pelo centro. Em seguida enfiam-se alternadamente as pontas dos vértices do quadrado.

  Para prender põe-se mais um bocadinho de bunho, uma rodelinha de papel e dobra-se a ponta do arame para segurar o rodízio.

  Este é colocado na extremidade de uma cana fina com trinta centímetros de comprimento aproximadamente.

 

Ù Barquinha

  N.º de participantes: indeterminado

  Local: ar livre

  Material: nenhum

  Descrição

  Estão dois jogadores de mãos dadas com os braços levantados em arco e frente a frente. Um representa o céu e o outro o inferno, conforme o combinado anteriormente em segredo.

  Entretanto, combinaram, também entre si, qual o fruto ou flor que cada um vai usar como nome a ser divulgado.

  O resto do grupo, em fila, coloca-se como se fosse um comboio e vão andando às voltas enquanto os dois cantam:

  Que linda barquinha

  Que lá vem lá vem

  É uma barquinha

  Que vem de Belém.

  O grupo responde ao mesmo tempo que se vai dirigindo ao arco formado pelos dois jogadores:

  Ó Sr. Barqueiro

  Deixai-me passar

  Tenho filhos pequeninos

  Não os posso sustentar.

  Os dois respondem:

  Passarás passarás

  Mas algum deixarás

  Se não for a mãe à frente

  E o filho lá de trás.

  O comboio passa por debaixo do arco. O último da fila é retido pelos dois e convidado a escolher entre as duas flores ou frutos. Depois da decisão, coloca-se atrás do escolhido. O jogo volta ao princípio até terminarem os elementos do comboio. O último, “a mãe”, tem de passar pelo arco três vezes, sempre a correr, só à terceira vez é que fica retida e escolhe o lado a ficar.

  Finalmente é revelado o céu e o inferno.

  Ganha o lado que tiver maior número de elementos.

 

  Nota: o grupo ganhador também pode ser decidido pelo grupo que tiver mais força. Agarrando-se uns aos outros, todos pela cintura, e puxando cada grupo para seu lado, até que alguém caia ou desista ou seja arrastado para o lado do adversário.

 

Ù Mamã dá licença

 

  N.º de participantes: entre cinco a dez

  Local: qualquer um

  Material: nenhum

 

  Descrição

  Entre o grupo de jogadores escolhem a mamã. Os outros colocam-se alinhados em frente dela, cerca de dez metros.

  O primeiro de uma das extremidades começa:

  - Mamã dá licença?

  - Dou.

  - Quantos passos?

  A mamã tem de dizer o número de passos que ele deve avançar, indicando também o modo (de bailarina – dançando; de bebé – passos pequeninos; de gigante – passadas enormes; de tesoura – saltando com pernas juntas e afastadas, alternadamente; de caranguejo – para trás; …).

  Todos os jogadores vão pedindo licença para se aproximarem da mamã.

  Ganha quem chegar primeiro junto da mamã.

 

Ù Lenço lencinho

 

  N.º de participantes: indeterminado

  Local: ar livre

  Material: lenço

 

  Descrição

  Os jogadores fazem uma roda de mãos dadas.

  Um jogador fica de fora com o lenço e andando à volta da roda vai dizendo:

  - Lenço lencinho

  Lenço lenção

  Quem olhar para trás

  Leva um estaladão.

  Vai deixar cair o lenço atrás de qualquer um dos elementos da roda. Este, por sua vez, terá que se aperceber que tem o lenço, pegar nele e correr a tentar apanhar o outro, que tem por objectivo chegar ao sítio que ficou vago, dando a volta à roda. Se conseguir chegar ao lugar o jogo continua. Se o que tinha o lenço atrás não se aperceber que o tem e deixar o companheiro chegar de novo junto dele, depois de ter dado a volta completa à roda, terá que ficar de castigo. Vai para dentro da roda tentando roubar o lenço de trás de outro que, tal como ele, esteja distraído e não dê pelo lenço. Neste caso, sai do meio da roda e troca com o novo distraído.

  O jogo termina quando os jogadores estiverem cansados.

 

Ù Lengalengas

 

  Tão balalão

  Cabeça de cão

  Orelhas de gato

  Não tem coração.

 

  Dedo mindinho (mínimo)

  Seu vizinho (anelar)

  Pai de todos (médio)

  Fura bolos (indicador)

  Mata piolhos (polegar)

 

  Vou pregar o meu sermão

  Com o meu barrete na mão

  Com uma espada de cortiça

  Para matar a carriça

  A carriça deu um berro

  Toda a gente se espantou

  Só uma velha ficou

  Embrulhada num sapato

Fonte: Bandeira, Fátima e Grilo, Rosário (2005).Brincar, segredos de infância. Edição: Coordenação Concelhia do Ensino Recorrente e Extra-Escolar (adap.) 

sintimo-nos: muito curiosas!!...
publicado por condeixabrincar às 16:05

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