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Quarta-feira, 30 de Janeiro de 2008

A História da nossa vila

As terras de Condeixa foram dadas por D. Afonso Henriques ao Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra.

O nome de Condeixa-a-Nova só apareceu escrito, pela primeira vez, em 1219, quando reinava D. Afonso II (neto de D. Afonso Henriques).

O rei D.Manuel I deslocava-se para Santiago de Compostela e, de passagem por Condeixa-a-Nova, gostou da paisagem e do clima e mandou construir a Igreja Matriz, em 1514, dando o foral a Condeixa.

Devido à doação do foral e, sobretudo, devido à estrada Lisboa-Coimbra-Porto, Condeixa-a-Nova foi-se desenvolvendo e crescendo bastante.

O concelho sofreu uma grande devastação no período das invasões francesas, principalmente, na que ocorreu em 1811.

É considerada por alguns como a Vila portuguesa com mais casas apalaçadas:

± O Palácio dos Costa Alemão;

± Uma pequena parte das ruínas da casa solarenga da Quinta de São Tomé;

± O Palácio dos Sotto Mayor;

± O Palácio dos Figueiredos (actual Câmara Municipal);

± O Palácio dos Sãs, na Praça da República ;

± A recuperada Pousada de Santa Cristina, antigo palácio incendiado aquando das invasões francesas;

Quanto à actividade sociocultural, há a destacar, entre outras, o Museu Monográfico de Conímbriga, a Casa Museu Fernando Namora, a Fundação de Condeixa e muitas Associações espalhadas um pouco por todo o concelho.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Condeixa-a-Nova
 
http://www.cm-condeixa.pt/

 

Dá vontade de conhecer Condeixa, não dá?
sintimo-nos: Históricas!
publicado por condeixabrincar às 12:56

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Divulgação de entrevista...

          Com o objectivo de nos esclarecerem acerca da forma como o tema do nosso trabalho de projecto (“Como brincam as nossas crianças?”) é abordado pela nossa vila (quais as intervenções da Câmara Municipal neste campo), solicitámos uma entrevista com a vereadora da Cultura e Educação, Dr.ª Margarida Guedes.

         Após contacto, a entrevista ficou marcada para o dia 25 de Janeiro.

           Brevemente divulgaremos a nossa entrevista! Aguardem!

sintimo-nos: em trabalho!!
publicado por condeixabrincar às 12:54

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Tradições em Condeixa!

Por nos interessarmos em divulgar a nossa vila e os eventos nesta realizados, achámos por bem publicar uma acção levada a cabo pela CMC, no passado mês de Outubro, tendo as tradições ancestrais de Condeixa o “papel principal”.
 
«Rota das Tradições: uma viagem ao século XIX
 
A recriação das profissões antigas da vila e de outros aspectos da sua história entusiasmou a população e os comerciantes, que aderiram “praticamente a 100%”, à iniciativa “Rotas das Tradições”, que decorreu em Condeixa, entre os dias 13 e 14 de Outubro.
A gastronomia típica também esteve em foco e as montras das lojas foram enfeitadas com objectos ligados aos ofícios do século XIX. Uma iniciativa da Unidade de Acompanhamento e Coordenação (UAC) dos Municípios de Condeixa-a-Nova e Mira, destinada a atrair as pessoas aos centros urbanos e a dinamizar o comércio local.»
           In "Folha Informativa" da Câmara Municipal de Condeixa, Novembro 2007 #17
 
Vila CRIATIVA, não acham? 
sintimo-nos: "tradicionais"!
publicado por condeixabrincar às 12:48

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Domingo, 20 de Janeiro de 2008

Declaração Universal dos Direitos da Criança

Fica a curiosidade!
Artigo 31.º
1. Os Estados Partes reconhecem à criança o direito ao repouso e aos tempos livres, o direito de participar em jogos e actividades recreativas próprias da sua idade e de participar livremente na vida cultural e artística.
2. Os Estados Partes respeitam e promovem o direito da criança de participar plenamente na vida cultural e artística e encorajam a organização, em seu benefício, de formas adequadas de tempos livres e de actividades recreativas, artísticas e culturais, em condições de igualdade.
http://www.apfn.com.pt/declaracao_universal_dos_direitos_da_crianca.htm
sintimo-nos: pesquisadoras!
publicado por condeixabrincar às 20:35

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Quinta-feira, 17 de Janeiro de 2008

Fotos da nossa vila!

publicado por condeixabrincar às 21:33

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Quarta-feira, 16 de Janeiro de 2008

Tradições da nossa vila...

  Porque queremos divulgar a nossa vila aqui ficam alguns jogos tradicionais que já as nossas avós praticavam!! Se os quiserem experimentar…

 

     Ù Brinquedos / jogos

 

          Ù Bonecas de papoila

  Material: papoilas e linha

 

  Dobram-se as pétalas das papoilas com muito cuidado deixando a descoberto o estigma. Atam-se as pétalas com uma linha de modo a acentuar a cintura do vestido. Espetam-se dois pedacinhos do pé da papoila na parte superior para fazer os braços. Como já existe um pé que sustenta a flor, junta-se-lhe um outro, do mesmo tamanho, para fazer a outra perna da boneca.

 

          Ù Rodízio

  Material: papel de várias cores, cana, arame e bunho

 

  Primeiro corta-se o papel em forma de quadrado, no mínimo dez centímetros de lado. Depois cortam-se as diagonais sem chegar ao centro, para manter o quadrado inteiro.

  Corta-se um bocadinho de bunho, enfia-se num bocado de arame e logo a seguir o quadrado de papel colocado pelo centro. Em seguida enfiam-se alternadamente as pontas dos vértices do quadrado.

  Para prender põe-se mais um bocadinho de bunho, uma rodelinha de papel e dobra-se a ponta do arame para segurar o rodízio.

  Este é colocado na extremidade de uma cana fina com trinta centímetros de comprimento aproximadamente.

 

Ù Barquinha

  N.º de participantes: indeterminado

  Local: ar livre

  Material: nenhum

  Descrição

  Estão dois jogadores de mãos dadas com os braços levantados em arco e frente a frente. Um representa o céu e o outro o inferno, conforme o combinado anteriormente em segredo.

  Entretanto, combinaram, também entre si, qual o fruto ou flor que cada um vai usar como nome a ser divulgado.

  O resto do grupo, em fila, coloca-se como se fosse um comboio e vão andando às voltas enquanto os dois cantam:

  Que linda barquinha

  Que lá vem lá vem

  É uma barquinha

  Que vem de Belém.

  O grupo responde ao mesmo tempo que se vai dirigindo ao arco formado pelos dois jogadores:

  Ó Sr. Barqueiro

  Deixai-me passar

  Tenho filhos pequeninos

  Não os posso sustentar.

  Os dois respondem:

  Passarás passarás

  Mas algum deixarás

  Se não for a mãe à frente

  E o filho lá de trás.

  O comboio passa por debaixo do arco. O último da fila é retido pelos dois e convidado a escolher entre as duas flores ou frutos. Depois da decisão, coloca-se atrás do escolhido. O jogo volta ao princípio até terminarem os elementos do comboio. O último, “a mãe”, tem de passar pelo arco três vezes, sempre a correr, só à terceira vez é que fica retida e escolhe o lado a ficar.

  Finalmente é revelado o céu e o inferno.

  Ganha o lado que tiver maior número de elementos.

 

  Nota: o grupo ganhador também pode ser decidido pelo grupo que tiver mais força. Agarrando-se uns aos outros, todos pela cintura, e puxando cada grupo para seu lado, até que alguém caia ou desista ou seja arrastado para o lado do adversário.

 

Ù Mamã dá licença

 

  N.º de participantes: entre cinco a dez

  Local: qualquer um

  Material: nenhum

 

  Descrição

  Entre o grupo de jogadores escolhem a mamã. Os outros colocam-se alinhados em frente dela, cerca de dez metros.

  O primeiro de uma das extremidades começa:

  - Mamã dá licença?

  - Dou.

  - Quantos passos?

  A mamã tem de dizer o número de passos que ele deve avançar, indicando também o modo (de bailarina – dançando; de bebé – passos pequeninos; de gigante – passadas enormes; de tesoura – saltando com pernas juntas e afastadas, alternadamente; de caranguejo – para trás; …).

  Todos os jogadores vão pedindo licença para se aproximarem da mamã.

  Ganha quem chegar primeiro junto da mamã.

 

Ù Lenço lencinho

 

  N.º de participantes: indeterminado

  Local: ar livre

  Material: lenço

 

  Descrição

  Os jogadores fazem uma roda de mãos dadas.

  Um jogador fica de fora com o lenço e andando à volta da roda vai dizendo:

  - Lenço lencinho

  Lenço lenção

  Quem olhar para trás

  Leva um estaladão.

  Vai deixar cair o lenço atrás de qualquer um dos elementos da roda. Este, por sua vez, terá que se aperceber que tem o lenço, pegar nele e correr a tentar apanhar o outro, que tem por objectivo chegar ao sítio que ficou vago, dando a volta à roda. Se conseguir chegar ao lugar o jogo continua. Se o que tinha o lenço atrás não se aperceber que o tem e deixar o companheiro chegar de novo junto dele, depois de ter dado a volta completa à roda, terá que ficar de castigo. Vai para dentro da roda tentando roubar o lenço de trás de outro que, tal como ele, esteja distraído e não dê pelo lenço. Neste caso, sai do meio da roda e troca com o novo distraído.

  O jogo termina quando os jogadores estiverem cansados.

 

Ù Lengalengas

 

  Tão balalão

  Cabeça de cão

  Orelhas de gato

  Não tem coração.

 

  Dedo mindinho (mínimo)

  Seu vizinho (anelar)

  Pai de todos (médio)

  Fura bolos (indicador)

  Mata piolhos (polegar)

 

  Vou pregar o meu sermão

  Com o meu barrete na mão

  Com uma espada de cortiça

  Para matar a carriça

  A carriça deu um berro

  Toda a gente se espantou

  Só uma velha ficou

  Embrulhada num sapato

Fonte: Bandeira, Fátima e Grilo, Rosário (2005).Brincar, segredos de infância. Edição: Coordenação Concelhia do Ensino Recorrente e Extra-Escolar (adap.) 

sintimo-nos: muito curiosas!!...
publicado por condeixabrincar às 16:05

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